A retomada da Soberania

Depois de quase três anos de espera, a burocracia da retirada da Reino Unido do pacto da União Europeia só deixa evidente um dos principais motivo de sua retirada. Todos lembramos do dia 23 de junho de 2016 onde o povo britânico voltou em um plebiscito para decidirem sua permanencia ou retirada no acordo. Com 51,9% dos votos – um número de aproximadamente 1,2 milhão de votos de diferença, a maioria queria reconquistar seu direito de soberania, dada a situação na época, onde o país estava sofrendo uma crise economica e com a vinda de imigrantes refugiados da guerra na Síria.

A questão é a seguinte, meus chapas. Entenda como funciona a União Europeia. Se já pesa sobre a cabeças dos pobres europeus a burocracia nacional, imagine burocracia em dobro. É um desastre! Fora que o parlamento, que deveria cuidar das leis, não tem real autoridade para tal, já que quem se responsabiliza por isso não é escolhido pelo povo e sim pessoas escolhidas pela comissão europeia.  Ninguém sabe quem pôs esses burocratas lá. Eu pelo menos não sei… E em decorrencia disso, é ai que entra um grande problema na parada: esses homens e mulheres que criam e desfazem leis não tem a menor ligação com as pessoas comuns. Como resultado disso, temos franceses querendo decidir a quantidade de peixes pescados pelos trabalhadores de Dover e Alemães querendo que pintem o arco do Triunfo de cor-de-rosa.

Nesse meio tempo, as reuniões (que são realizadas 12 vezes por ano) são cheias de tanta burocracia que primeiro há uma reunião na sede da UE em Bruxelas, e só então tomam uma decisão a respeito do que for, transportando toda a papelada para a cidade de Estrasburgo. O resultado disso, além de desperdiçar tempo, gera um gasto totalmente absurdo e desnecessário de 300 milhões de euros por ano; sem contar que os mesmos moços que se dizem defender o meio ambiente são os mesmo que fazem motoristas 12 vezes ao anos dirigirem seus caminhãozinhos poluidores 400 milhas de uma cidade até a outra várias e várias vezes.

Para ter uma boa ideia de como a Inglaterra se prejudica com sua estada na UE, essa espécie de “URSS” fabiana proibiu o país, que é nada mais que uma ilha, de pescar mais de 20% dos peixes na costa. Uma decisão como essas, além de quebrar a própria soberania nas decisões nacionais, impediu que o país gerasse milhares de empregos e movimentasse o mercado com suas vendas pesqueiras.

De qualquer maneira, a primeira ministra está andando em uma corda bamba. Eis que finalizo esse texto com minhas condolências caso tudo dê errado: “God save the Queen!”.

 

Anúncios

Toxidade Feminina

Eu estava analisando o movimento feminista esses dias. De mim serás difícil extrair alguma critica construtiva que venha a elogiar essa patifaria, mas depois de tanto pensar até minha cabecinha sair fumaça eu descobri uma coisa, que graças o feminismo, hoje temos de melhor: os homens. Eu sempre gostei de ler sobre filosofia metafisica, grandes autores como Acharya Rajneesh e Deepak Chopra. Esses caras sempre gostavam de falar que o sofrimento é importante para o amadurecimento espiritual e com as grandes dificuldades aprendemos a ser humildes perante as divindades da vida.

Digo isso porque hoje em dia (falo com propriedade pois moro com três homens, então sou testemunha ocular) nunca foi tão difícil ser homem. A falsa moralidade parida pelo politiquement correct colocou o homem numa verdadeira jaula invisível que visa podar todo o seu instinto natural para afemina-lo e controla-lo facilmente.

A moda da beautiful people, os anjos caídos que se julgam superiores por seus belos status acadêmicos que os tornam apenas neandertais diplomados, é justificar os problemas na sociedade através de uma merdinha chamada “toxidade masculina”. As feministas, em especifico, se usam desse artificio para julgar todas as características instintualmente, digamos assim, masculina. Instinto protetor, liderança, agressividade, todas essas caracteristicas são consideradas toxique para o mundo. E para acabar com os problemas no mundo, essas mocinhas decidiram se unir para, nada mais nada menos que: tornar os homens tão mocinhas quanto elas. Mas há uma duvida. Por que essas moças são tão ”masculinizadas” se a masculinidade é toxica?

 

P.S: Para complemento do conteúdo, veja o artigo Eu e o NewFeminism

Os vigaristas agora são supervisores!

É incrível notar as gigantes mudanças no país mesmo antes da posse de Jair Messias Bolsonaro para presidência. Me emociona muito quando eu vejo aqueles belos leitinhos com pêra acusando toda a família Bolsonaro em geral de corrupção por denúncias infundadas e imundas como a dá Foice de São Paulo do mês de outubro. Agora pergunto a ti: “Isso é ruim?” É claro que não! Existem muitos pontos positivos nesses casinhos de hipocrisia que a cada dia que se passa vem se tornando mais comuns. Antes de tudo é necessário explicar que infelizmente esses ETS tem tanta credibilidade quanto suas fontes. Eles se usam de notícias tendenciosas que só mesmo o proletariado intelectual amantes do Marcusismo para acreditar em alguma veracidade dos fatos, que a propósito não são apresentados. Ainda estamos aguardando as provas do Caixa 2 do Bolsonaro, viu dona Foice?!! Nesse sentido também é bom lembrar aonde essas crianças estavam enquanto aconteciam os casos como o Petrolão, Mensalão e outros com “ão” no final. Deviam estar em Júpiter porque aqui na terra não é possível. Não me lembro deles enxendo o saco!

A parte boa também é que, assim como um gato escaldado tem medo de água quente, o presidente Bolsonaro sabe bem que os senõritos satisfechos (não tanto agora!) só estão esperando um tropeço para joga-lo na cova assim como fizeram com o senhor Fernando Collor quase três décadas atrás. Todos nós temos consciência de que os socialistas fazem até “pacto com o Diabo” como diz a excelentíssima senhora Dilma Rousseff, só para ter o gostinho de ver todos na miséria e ainda gozar da oportunidade de dizer: “Eu avisei!”

Curioso é o fato a que se manifesta a diferença grotesca entre as ideologias conservadoras e socialistas. Vamos relembrar! Quando a lindíssima, digníssima senhora Dilma Rousseff “ganhou” pela segunda vez a eleição presidencial, me lembro de que, com apenas 14 anos mas bem consciente da situação do país, comecei a chorar descontroladamente. Todavia, na primeira oportunidade me virei para meu pai e disse: “Ela é a presidente!” Não houveram protestos; depredações de patrimônio público; retaliações cibernéticas. Os conservadores, embora grande parte ainda meio adormecidos, aceitaram o sistema democrático.

Mas a resistence de chuveiro Lorenzetti com um ar de originalidade (como se eles não estivessem plagiando os protestos anti-Trump nos Estados Unidos) sentiam orgulho em manifestar seu desprezo pela Democracia a qual eles próprios diziam lutar a favor, postando fotinhos escrito “Ninguém solta o rabo a mão de ninguém!” ou as minhas preferidas, os cartazes ala “Not my President!”. Essa é a diferença. A obsessão pelo poder. O conflito fora do normal entre as crenças e condutas. É realmente algo de virar a cabeça!

Soldadinhos do Estelionato

Não sei ao certo se essa mentalidade meio harceleur, meio estelionatária presente no meio social brasileiro é algo de cunho natural do ser humano ou algo implantado no cérebro assim como um chipzinho de celular. Se a primeira opção é a correta, muito bem, não temos como escapar desse instinto oportunista que surgi como aquela vozinha interior. Porem, se esse sentimento oportunista é construído através de uma má educação incentivadora e criadora de índoles ruins, o papo já muda um tico.

No Brasil em especifico, a primeira coisa que aprendemos nas aulas de sociologia é que se furarmos a fila da cantina ou pegarmos uma moeda do chão sem se preocupar em leva-la para o achados e perdidos, somos seres tão corruptos quanto os moçoilos terroristas que desviaram bilhões de verbas publicas para poder compras seus ”sítios de Atibaia” ou os “triplex de Guarujá”. O que resta disso é a sustentação da retorica em dizer que nós, meros e burrinhos cidadãos, somos tão corruptos quanto aos destruidores da republica simplesmente por pegar um pedacinho a mais do bolo de aniversário da vovó. A banalização de crimes hediondos como o desvio de dinheiro do povo para sustentar ditaduras genocidas e organizações criminosas torna qualquer crime de porte inferior mera coisinha insignificante – e se fazer isso não é a mesma coisa que dizer para jovens crus de moralidade que ”na verdade, não tem nada demais em desviar uns bilhões aqui e acolá porque não é diferente de guardar uma moeda sem dono no bolso”, caro leitor, esta moça que vos escreve está a disposição de lhe escutar. 

O ponto é o seguinte: se tu ligares a televisão na Rede Record nesse exato momento, tu veras uma série de casos de estelionato. Mas a pergunta que quero fazer a ti é a seguinte: ”Se hipoteticamente alguém me oferece um carro 20 mil reais mais barato que o normal, eu também não estou tentando levar vantagem? Se alguém me oferecer os números vencedores da Mega Sena e eu aceito compra-los, eu já não estou cometendo estelionato por trapacear comprando o numero vencedor ao invés de jogar limpo como todo mundo?”. Pensem bem, mocinhos e mocinhas. Ninguém aqui esta dizem para legalizar o crime de estelionato, decerto que a mensagem passa longe disso, mas pense bem. Como pouparíamos os nossos policias de trabalho se não tivéssemos esse gostinho pela vantagem, pelo dinheiro fácil e sem suor!

Certamente, não de forma generalizada todavia predominante, os Soldadinhos do Estelionato, que só recebem ordem do clero superior, não tem consciência de que são tão praticantes de estelionato quanto vitimas dela.  A ideologia do estelionato é simples: ganhar fácil sem fazer o que é difícil. Mas se seguirmos a belíssima e totalmente racional retórica socióloga (sqñ), o que tem de errado em trapacear um pouquinho, não é? Tudo para se vingar desse capitalismo opressor que nos ”obriga” a trabalhar para termos o que queremos. E se for para se vingar desse système bourgeois,façamos o que for necessário – pelo menos é assim que funciona se ouvires a sociologia.

O cão Carrefour

No dia 3 de dezembro surgiu a denuncia da brutalidade feita por um dos seguranças do vire a esquerda ao tentar se livrar de um cachorro de rua que estava beirando as margens do mercadinho. Dada toda a exposição midiática do acontecimento, coloquei me a pensar um pouco a respeito e acabei por me organizar da seguinte maneira:

1- Os cachorros, em especifico, são animais domesticados e na maioria das vezes não oferece nenhum risco a qualquer individuo que seja. Matar um animal que não lhe apresentou nenhum risco a integridade física é coisa de covarde;

2-Diante de trocas de opinião referente o caso, surgiu a discussão de como as coisas acontecem no Brasil e cheguei a conclusão: nesse país um marmanjo ao matar um cachorro pegara pena de reclusão de 1 a 3 anos (o que não tem nada de errado nisso, deixo bem claro!). Em contra partida, se outro marmanjo com 17 anos e 11 meses, tão peludo quanto ao cachorro, vier a torturar e matar uma senhora de 90 anos, o delinquente irá ser algemado pela PM e depois de ser levado para a delegacia vai ser liberado com o direito ainda de sair pela porta da frente com aquele sorriso cínico de quem diz ”Eu sai, otários!!”.

3-Com certeza, a industria midiática não da a minima para o pobre cãozinho, e isso é fato. A questão de toda essa propagação é levado por dois motivos. O primeiro é que eles se beneficiam ao banalizar a vida humana simplesmente porque os seus chefes só se beneficiam com o caos instaurado. Segundo, que a supervalorização ”politicamente correta” e falsa da vida animal é nada mais quem um merchandising para a grandes ONGs corruptas parceiras de governos tão corruptos quanto.

Por isso é importante, caros leitores, que todos os senhoritos saibam que toda vez que a grande mídia cria uma paralisação moralista a respeito desses tipos de caso, coisa boa não tem ai. Eu gosto de sempre lembrar do escândalo envolvendo a ONG multimilionária ”PETA” (People for the Ethical Treatment of Animals) onde foram achados em seus depósitos ao longo dos anos mais de 14.000 cadáveres de animais mortos embrulhadinhos em sacos pretos. A PETA existe até hoje e continua tentando demonizar os pobre coitados que não largam mão de serem ”selvagens” e não param de comer carne e usar suas botinhas lindas de couro. E isso deve acontecer no Brasil também, só não vazaram as informazioni de toda essa farsa ainda por mera oportunidade de esconder da população a verdade, É claro que não podemos menosprezar todo o belo e honesto trabalho das ONGs pitititicas que fazem um ótimo trabalho lutando por aquilo que acreditam. Para esses casos, dou o meu muito obrigado!

O Minitério da Paz

Acredito que para ter propriedade para falar de tudo tem que ao menos ter experienciado diretamente um pouco de cada coisa. Dos meu 15 a 17 anos eu passei por uma fase flower child na minha vida. Nesse meio tempo felizmente vim a descobrir que seguir a mentalidade Hippie só te leva a dois caminhos: as drogas ou ao suicídio (e graças a Deus, antes deu entrar em qualquer um desses, eu sai!). No inicio de tudo, a vida parece fazer todo o sentido do mundo, depois a cada aventura você vai armazenando um sentimento obscuro de pura superficialidade, criticismo, uma mistura de ódio e vingança que são usados para preencher o vazio.

Todavia, graças a minha família e a Deus, eu comecei a estudar a história como ela é. E foi incrível notar como  pessoas podem mudar de atitudes drasticamente de uma hora para outra. Saber que o movimento anti-nuclear dos anos 70 desencadeou a morte de mais de 3 milhões de pessoas inocentes no Vietnam e continuar adorando esse ”Ministério da Paz” ala !984 é pura dissonância cognitiva; isso ou promiscuidade espiritual mesmo!

 

Paz Verde

Uma coisa foi levando a outra nessa minha jornada por conhecimento e a descoberta das ações terroristas por parte da Greenpeace no continente da Africa foi apenas um complemento para as outras cositas mas que eu fui notando ao longo do caminho. Essa Organização ”não” Governamental mostra que de Peace simplesmente não tem nada. Os cientistas ganhadores do premio Nobel desse ano acusam (com toda razão do mundo) a Greenpeace de praticar um crime contra a humanidade ao fazerem campanha contra o arroz dourado, que definitivamente iria diminuir drasticamente o numero de crianças que sofrem da falta de vitamina A no organismo e que, depois de 12 meses, vem a falecer por consequência da perda da visão. A questão é: por que uma organização ”da paz” preferi que crianças e pessoas idosas de países subdesenvolvidos morram, ao invés de aceitar que o maldito do arroz vai salva-los? E pensar que eu já fiz campanhas pra essa porcaria achando que eles iriam salvar a Amazônia! Salvar de quem, alias? Deles mesmos, só se for!

 

A runa Algiz

Recentemente eu descobri uma coisa interessante. O simbolo anti-nuclear desenvolvido em 1958, o que dizem, tem um significado um tanto antagônico ao seu simbolismo comum. A runa Algiz, exibida logo abaixo, significa paz, proteção e positividade:

images

O problema da história é que, como todos devem saber, as runas tem sentindo totalmente inversos quando viradas de ponta cabeça. E é exatamente disso que se trata o simbolo da Paz: se trata de guerra e vulnerabilidade. Veja:

Simbolo_Pace

Parando pra pensar, agora faz muito sentindo porque os caras pintadas desenhavam esse simboluzinho no rosto representando o que nem eles mesmos sabiam seu significado. Não é atoa que eles serviram apenas de marionete da Globo para dar uma falsa sensação de insatisfação geral da população, quando na verdade, a principio, os únicos insatisfeitos na história era a própria Rede Esgoto que estava apreensiva a declaração do governo Collor ao corte de verbas publicitárias.

Lennon e seu complexo anti-cristão

A minha principal paixão na adolescência, além de ler os livros do senhor Jidu Krishnamurti (a qual continuo tendo muita consideração, principalmente por seu desprezo ao comunismo), era ouvir as musiquinhas hipócritas do magrelo maconheiro do John Lennon. Um homem que cantava uma musica chamada ”Woman” e que tinha prazeres em espancar mulheres só pode ser um hipócrita, não é? Hoje quando ouço “Imagine” em algum lugar, falta-me sair correndo para não ouvir esse trechinho infantil e de cunho vingativo contra a sociedade tirado bem do manifesto Comunista. ”Imagine um mundo sem religião; um mundo sem países e sem posses”.

Em suma, quando comparo toda essa gente hippie com o Ministério da Paz do livro 1984 do cavalheiro George Orwell, digo no sentindo literal. Os que se dizem lutar pela paz, causam guerra; os que se dizem lutar em nome da guerra, causam a também. Os únicos seres humanos que não causam guerra são aqueles que não ficam jogando demagogia ao vento; ao invés de ficarem falando coisas bonitas e politicamente corretas, eles, no anonimato e sem holofotes, fazem o que eles acreditam ser certo.

O Monstro chamado Capitalismo

Sempre antes de começar a escrever algo novo, caros leitores, esta moça aqui tem o costume de dar uma pesquisada rápida nos assuntos a serem pautados para que sempre haja frescor em suas palavras. Na manhã do dia passado estava eu, fuçando nas milhares de bobagens que os mocinhos socialistas postam em suas redes sociais falando mal do demônio dos Estadistas e amantes do poder supremo: o Capitalismo. Sorte que algo me deu ao tempo que lendo todas aquelas coisinhas interessantes, eu não me estressei a ponto de perguntar a todos aqueles Che Panzés “Sabe quem é responsavel pelo celular que tu estas a usar pra postar essas babozeiras? O mesmo que nesses postizinhos de revoltados por ser mais um senõrito satisfecho, estas a reclamar!”

Então passado um dia resolvi escrever sobre o malvadão do Capitalismo Opressor. Pesquisei (por mera curiosidade) o que falavam os artigos sobre os prós e contras sobre o tal, e como era de se esperar encontrei artigos que para os confusos a respeito, era de se evoluir para total desorientação. Acabei gostando mesmo apenas das respostas diretas do Yahoo Respostas onde todos ao menos eram diretos ao ponto.

A questão maior é a seguinte: quando algum ser humano ou extraterrestre te dizer que o capitalismo traz grandes desigualdades consigo pense o seguinte: o capitalismo gera trabalho; aquele que não trabalha não ganha dinheiro – e ponto. O mestre socialismo, por outro lado, é especialista em igualdade social. Porém, ao invés de fazer o pobres ricos faz o infelizes dos burgueses ficarem a mercê da necessidade de auxílios sociais assim como o resto.

Veja esse trecho de O manifesto comunista escrito por Karl Marx:

“A última etapa da revolução proletária é a constituição do proletariado como classe dominante. O proletariado se usará de sua dominancia política para arrancar progressivamente todo o capital da burguesia para concentra-lo nas mãos do Estado, ou seja, do proletariado organizado.”

Em suma, aquele que não é a favor do Capitalismo certamente deve pensar assim. A solução para acabar com a desigualdade trazida pelo monstro do Capital livre é impedir o progresso de alguns diante daqueles que não o conseguem fazer por si só. O Capitalismo garante aquilo de mais importante para o ser humano: a liberdade. Dada essa liberdade, o sistema meritocrata trabalha automaticamente e aquele que se esforçar mais sempre será recompensado a altura.

Vale lembrar que num país onde o capitalismo liberal predomina existem pessoas que não seguem o desenvolvimento da maioria, mas a parte boa é que do dia para noite ele pode mudar isso. Mas porquê? Porque ele tem liberdade! Seguimos como exemplo a obra do senhor Milton Freedman, Liberdade para Escolher, onde ele explica que o capitalismo te traz a autonomia de fazer o que quiser com o que você ganha. Se você fizer direito, o sucesso é garantido.

Agora – é muito tendencioso um “especialista” criticar os feitos e méritos do capitalismo, deixando de lado por exemplo, Hong Kong que deixou ser uma vala de miséria para se tornar uma das repúblicas mais liberais e em constante progresso do mundo.

É esplêndido também, ver aqueles socialistas que travestidos e disfarçados de um estereótipo espiritual, que dizem ser contra o mal do materialismo, quando na verdade o único inimigo de Behemot é o Leviatã: aquele que luta justamente contra o desenvolvimento espiritual. Para aqueles que são mais “espiritualistas” de verdade, certemante já viram o senhor Osho dizer que todos deveriam ser muito, muito ricos, porque somente através do contato exacerbado com o materialismo é possível se libertar do ego. O comunismo em específico, além de desvalorizar totalmente a espiritualidade, enobrece a pobreza como se o mesmo fosse algo a fortalecer o caráter e trazer algum benefício a humanidade. Vale lembrar que homens como Jesus Cristo, Gautama e Michael Jackson eram todos homens cercados por riquezas até chegarem ao ponto de início a jornada espiritual. Jesus era rico, sabia? O problema é que os mocinhos humildes que dizem que dinheiro não é tudo acreditam nisso por conta da saturação de chavões e bordões politicamente corretos. Eles, no seu interior, ainda necessitam ter o contato com o materialismo porque vivemos propriamente numa realidade material. Para a evolução é necessário se libertar disso e não vai fazê-lo fugindo do inevitável, assim como covardemente fazem os comunistas de plantão. Dê um punhado de dinheiro para um jovem da periferia e veja se o inocente rapaz ou moça não vai gastar com roupas da Hollister ou com um IPhone. Isso não é regra… Ao menos, espero que não!

Diga Sim! a Escola Com Partido

Não é difícil notar quando alguém não gosta de ti. Minhas lembranças na juventude,  época a qual eu era obrigada a assistir a doutrinação onipresente e invisível das aulas de sociologia no colegial, me fazem analisar agora o porque minha professora me detestava a ponto de boicotar minha participação nos debates de sala de aula. Mas é obvio que quando uma aluna que quebra os paradigmas doutrinais de uma aula que tenta lavar as pobres mentes dos jovens inocentes é censurada não é um grande problema (nem pequeno, alias!) .

Agora, quando um aluno não se senti confortável com a hostilidade do docente em tratar de assuntos que deveriam ser expostos de maneira imparcial, isso já é o que eles chamam de Intervenção na Liberdade de Expressão. Mas, poxa vida! Ninguém está impedindo do individuo falar o que pensa, esta apenas cobrando o que é de fato seu dever a ser exercido: ensinar. E como pode um professor ensinar alguém se o mesmo se utiliza de sua plateia para expor os fatos de maneira distorcida em favor de seu ponto de vista? Eu não era muito fã de ficar ouvindo meu professor de história, dono de uma exuberante barba preta e cumprida ala Fidel, falar de como Stalin era um excelente estrategista e um homem extremamente inteligente. Faltava lhe para total demonstração de afeto pelo tal genocida pegar sua foto e beijar lhe as partes intimas.

Por tanto, se paramos para pensar, se alguém é contra o Projeto Escola Sem Partido (que por sinal é um suplemento de leis que já esta em vigor a tempos mas não é posto em prática), este mesmo cidadão é a favor de una cosita chamada “Projeto Escola Com Partido”; e pensar que essas são as mesmas pessoas que dizem lutar pela liberdade de expressão!! Que ironia.

Pior são aquelas fofuras imbecis que gostam de dizer: “Tu vais a igreja, lá eles te doutrinam e você não reclama!”, e a pessoinha estufa o peito e sai de cena como se o que acabara de dizer fizesse algum sentindo. Se alguém vai a igreja, antes de mais nada, é porque quer. Todavia, presente na constituição, há previsto que aquele pai ou responsável que não levar seu filho ou filha para escola irá se ver com a lei. Isso significa que todos são obrigados a ir a escola, mas ninguém tem a obrigação de ir a igreja.  Fora que comparar uma igreja a uma escola é comparar um tomate podre a um patinho de borracha. Vivemos em um Estado Secular onde a presença do governo no campo religioso se faz totalmente imparcial.

 

E para aqueles que ainda não tem certeza do que se trata do Projeto Escola Sem Partido, o mesmo pretende apresentar uma proposta de lei que torna obrigatória a afixação em todas as salas de aula do ensino fundamental e médio de um cartaz com o seguinte conteúdo:

cartaz-deveres-do-professor.png

 

 

”Em uma sala de aula, a palavra é do professor, e os estudantes estão condenados ao silêncio. Impõem as circunstâncias que os alunos sejam obrigados a seguir os cursos de um professor, tendo em vista a futura carreira; e que ninguém dos presentes a uma sala de aula possa criticar o mestre. É imperdoável a um professor valer-se dessa situação para buscar incutir em seus discípulos as suas próprias concepções políticas, em vez de lhes ser útil, como é de seu dever, através da transmissão de conhecimento e de experiência cientifica.” – Max Weber.

Eu e o Neofeminism

Se queres fazer parte da beautiful people dou lhe uma ótima dica: faça parte de movimentos que se dizem “defensores da minoria”. A priori, eu gostaria de entender toda a psicologia de minorias e sua necessidade de serem defendidas pelo Estado, porque até onde sei a verdadeira minoria são aquele 1% que tem um patrimônio maior que todo os 99% restante. A maioria de fato é aquela que apontada por praticamente todas as fontes, comprova que o mundo é majoritariamente composto por mulheres e negros.

Agora – é inevitável tu parares para observar que há alguma coisa de muito errado no movimento feminista ao qual chamamos de “moderno”. Primeiro porque tenho certeza que essas mocinhas que lutam por égalité, em sua grande maioria, não tem conhecimento de quais sejam os três pilares que constituem a base do movimento que elas dizem lutar a favor.

O primeiro pilar se refere a Dignidade. Tem como papel realocar a imagem da mulher num mundo onde é exposta na maioria das vezes como objeto sexual. A dissonância cognitiva entra exatamente aí! Nos dias de hoje a mulher nunca foi tão desrespeitada imposta a imagem de “saco de esperma” a toda moça e mulher adulta, através de canções e papeis artísticos que ainda são condecoradas as “representantes das mulheres” que estão nada mais nada menos que encarregadas de deturpar a vossa imagem. Os intelectuais de esquerda veem falar de Cultura do Estrupo mas nunca comentam sobre seu verdadeiro nome, um pouco menos chic porém muita mais simples: Funk e séries especiais da Rede Globo.

O segundo pilar se refere ao ato de dizer “NÃO“. É de se notar que muitas mulheres dizem “não” sempre que todo homem, numa atitude cavalheiresca, tenta abrir a porta de um carro para ajuda-la a descer ou para puxar a cadeira para a senhorita se sentar. Isso não é um padrão generalizado, mas é visível majoritariamente no comportamento da mulher moderna. A parte essencial a se entender é que o ato de dizer “não”, não pretendia exatamente combater esse tipo de ação benigna, e sim coisas realmente sérias como agressões e coisas do tipo. E nessa hora, que seria a ideal para dizer “não” e dar um basta, a mulher é levada a se calar. Ou seja – foi-se construído um ambiente cultural onde a mulher diz ”não” ao que deveria dizer ”sim” e ”sim” ao que deveria dizer ”não”; mais um importante pilar derrubado.

O ultimo mais não menos importante se trata do Homem. Sim, caro leitor ou leitora. O homem tem papel essencial para o progresso do movimento feminista. Na época do sufragismo, as mulheres que lutavam para conseguir o direito ao voto só conseguiram tal feito por conta de haver um homem ao menos (com bom senso) que lhe deram o devido respeito a suas exigências. Foram homens que criaram a lava-louças e a geladeira, coisas que tinham como intenção, unica e exclusivamente, a função de ajudar as mulheres donas de casa. Foram os homens que durante toda sua existência tiveram o papel de proteger a família de qualquer ameaça: o homem. O grande problema é que essas moçoilas do neofeminism criaram uma coisinha chamada “toxidade masculina”, que visa criticar e demonizar todos os trejeitos naturalmente masculinos, como coragem, liderança e instinto protetor. A solução dada por elas, mesmo que velada, é tornar o homem menos homem, torna-los menos masculino. E hoje podemos dizer que suas táticas para tal feito tem rendido resultados positivos. Hoje vemos pobres homens com medo de expressarem sua natureza por conta da instalação de um sistema politicamente correto que visa podar toda sua agressividade para garantir não nunca haverá qualquer rebelião contra o establishment esquerdista. A grande pergunta é; homens ruins sempre existirão. Quem garantirá minha segurança se homens bons agora não são mais homens?

Diplomas Universitários e sua contribuição para o Meio Ambiente

Ah, que saudade dos velhos tempos em que todo dia eu era obrigada a ler comentários ofensivos a cerca de minha pessoa na época em que eu fazia campanha para o senhor Jair nas redes sociais. Não me lembro quantas vezes eu via a palavra “faxista” na minha frente – chega a me criar um sentimento de nostalgia!

Enfim, naquela época, lembro me de debater ideais com uma mocinha esquerdista aqui de São Paulo mesmo, cuja tática para credibilizar cada palavra  sem sentido sua era afirmar a todo momento que era formada pela famosa ‘Universidade Paulista’. Ora! Mas o que isso tem haver com o assunto, poxa vida? Cada vez que a senhorita dizia ser a favor do desarmamento e eu como resposta lhe conferia os dados estatísticos de hominicío entre o nosso país e o Estados Unidos, logo vinha ela dizer: “Eu sou formada na USP em ciências humanas! Eu dei muito duro pra isso, não deboche da minha formação”. E então chegou ao ponto de que após eu ter afirmado com base em fatos de que o Uruguai é o país da America Latina mais armado e com a taxa de mortalidade inferior a todos os países da América do Sul, a jovem nunca mais me respondeu.

Eu não estou aqui para criticar as pessoas que são formadas no ensino superior; estou aqui para dizer que muitas das pessoinhas que se acham mais ”inteligentes” que as outras por ter um diploma, que pegue esse papelzinho grosso e limpe a bunda com ele! Daí a expressão de dizer que os diplomas são bons para o Meio Ambiente: ele não é apenas uma folha de papel para ficar de enfeite na parede. Para pessoas assim serve para limpar o rabo também. É uma prática deveras sustentável!

Vale lembrar, inclusive, que grandes homens e mulheres que realmente mudaram o mundo para melhor não se utilizavam de um artifício banal como esse para justificar superioridade perante os outros. Muito pelo contrario! Eram homens e mulheres que se apegavam ao valores morais que os levaram a fazer uma diferença positiva na sociedade. Levamos em consideração por exemplo, o professor e filosofo, senhor ao qual tenho muito respeito, Olavo de Carvalho. Nunca formado em nenhuma universidade, tem uma das mentes mais independentes do Brasil e certamente, nunca se graduou por mera preguiça de ter que ligar com tantos mini Che Guevaras no mesmo lugar desprezando sua mentalidade e opinião divergente as deles.

Estou certa de que esse sentimento de apego a rótulos e status tem parte presente em nossa cultura nacional há tanto tempo que essa praga já se enraizou em nosso solo. O povo acha belo ser um Macunaima, mas mais belo que isso, um Macunaíma universitário.